terça-feira, 31 de janeiro de 2012

As Garotas do Olimpo



É uma história muito legal, que prende o leitor até a última palavra.
Luce, Sid e Hoon não tinham quase nada em comum , a não ser o fato de estudarem no mesmo colégio e nascerem no mesmo dia. Luce e Hoon se adoravam, mas não se davam bem com Sid.
Quando as três tiveram que fazer um trabalho escolar juntas, no qual TUDO deu errado, qualquer tentativa de amizade parecia condenada para sempre.
No entanto, acontecimentos estranhos acabam por uni-las. E cada uma descobre que possui um poder estranho, diferente. Luce, com apenas o bater dos cílios pode fazer qualquer um obedece-la sem discutir. Hoon, recebe ajudas misteriosas de 'cliques' em sua cabeça na hora de responder perguntas difíceis. E Sid luta com qualquer arma profissionalmente, e tem uma força incrível!
Após algum tempo elas descobrem que são deusas do Olimpo renascidas como mortais. Que fugiram do terrível Ares!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

25 seguidores!!!

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Estou com vinte e cinco seguidores... E agradeço todos que estão me seguindo...
De pouco a pouco conquistamos o que mais queremos.
Muito Obrigada!!

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Ps: são 25, mas em alguns computadores mostram 13, ou 14.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Capítulo 4 - Parte 1 - Respostas


POV: Will
Acordei com o barulho das batidas insistentes na porta.
- Garoto, abra logo a porta!! - falou uma das fúrias com a voz irritada.
Levantei da cama, sem a intenção de abrir a porta.
- Pare!! Megaira, queremos, não, EU quero a confiança dele, se você não estiver entendendo retire-se imediatamente!! - disse outra.
-Mas...
- Chega de 'mas' vocês duas PARA FORA AGORA, entendido?
- Sim - as outras duas falaram com a voz um pouco tremula.
Ficou silencioso. Olhei pela janela o sol estava se pondo. Me virei para a porta, pensando no que fazer...
***
Peguei a mochila e abri a porta, a casa estava estranhamente silenciosa, olhei para os lados. Quando faltava apenas três metros para eu chegar na porta, eu escutei a voz de uma das φιλάνθρωπος (Benevolentes). Me virei, era aquela que tinha me arrastado até a casa.
- Garoto se você sair, vai ser pior para você. - falou ela com a voz severa.
- Por que diz isso?
-Você não tem arma para utilizar contra os τέρατα (monstros). - ela falou calmamente.
Eu tinha que concordar, eu só fugia dos monstros, πάντοτε (sempre), essa era a minha melhor arma. A corrida de alta velocidade.
- Venha para eu lhe dar uma provisória. - continuou.
Isso me assustou, eu já sabia que ela era um monstro, mais exato, uma Fúria. Desde quando os monstros são amigáveis? Ela se virou e eu a segui. Mas uma pergunta não parava de rondar minha mente.
- Qual fúria é você? - estranha, mas muito significativa, afinal, você só pode diferenciar as fúrias pelo nome. Eu já sabia pelo que ouvi no quarto que não era a Megaira, então sobrava Tisífone ou Alecto.
- A servente mais confiável, mais chamada pelo senhor άδης (Hades) para fazer tarefas pequenas e importantes. - ela deu uma pausa mais logo continuou - Ἀληκτώ (Alecto), se preferir.
Com isso parei ela olhou para mim com indiferença, balançou a cabeça e continuou. Estava repassando a conversa que ouvi no quarto e pensando ela era a única ali então foi ela que falou ' ...EU quero a confiança dele, se você não estiver entendendo retire-se imediatamente!!'

POV: Alecto
Bom, para os poucos que não me conhecem sou, como disse: ' A servente mais confiável, mais chamada pelo senhor άδης (Hades) para fazer tarefas pequenas e importantes' e também a Fúria líder, coisa que esqueci de acrescentar na minha breve apresentação.
Levei o menino para a sala de armas. Aquele era o último lugar em que queria estar. Mas fazer o que? Queria ajudar.
Ημίθεοι που διαβάζετε αυτές τις λέξεις να δώσουν προσοχή σε αυτό που θα πω (Semideuses que estão lendo essas palavras prestem atenção no que eu vou dizer:)
Είναι ο μόνος ημίθεος σκέφτηκα « δώσει μια χείρα βοηθείας», έτσι δεν απολαμβάνουν (Ele é o único semideus que pensei em 'dar uma ajuda', então não festejem!!!)
MINHA IRA AINDA É FORTE COM VOCÊS!!!!
Bom, voltando para a sala. O menino... qual o nome dele??? (Autora responde: Willian, eu sei que você é antiga, mas devia saber, não é?) (Fúria irritada: Fica quieta!!! E eu não sou velha!!!) (Autora: eu não disse velha)
O Willian fez uma cara engraçada, como se nunca tivesse visto tanta arma. (autora: e ele não viu) Se bem que, até Ares admiraria minha 'coleção'. Tinham adagas, facas, espadas de guerra, espadas de esgrima; também são boas para luta; punhais, espadas duplas, espadas velhas, espadas mofadas, dardos e... em algum lugar arco e flecha. (Autora: bagunceira.) (Fúria irritada:EU NÃO SOU BAGUNCEIRA!!! E também aqui tem arma que tem mais que mil anos!! O que você queria???) (Autora responde:Limpeza?) (Alecto: desisto!)
- Isso é para que?
Agradeço essa pergunta que o menino fez, não aguento aquela autora! (autora com raiva: eu estou aqui, sabe?) Não disse?
- Para lutas, o que mais? - respondi o mais calmamente possível.
- Lutas contra o que? - a testa dele estava franzida, é isso que eu gosto dele!!! ELE NÃO MATA MONSTROS, IGUAL CERTAS PESSOAS!!!! (autora irritada: os semideuses matam monstros quando vão ser mortos!!) (Alecto: ele não!!) (autora irritada:desisto!!)
- Minha família é um bom exemplo.
Ele me olhou com um meio... sorriso?! Vou matar esse garoto!!! (autora: deixe-me ver... não está no script) (Fúria: chata) (autora irritada: eu?! se não fosse eu você nem estaria narrando!!!) (Alécto: 'silencio')
- Monstros?
- Sim. - respondi irritada com ele e a CHATA (Autora irritada: EU NÃO SOU CHATA!!!!) (Fúria inocente: eu não disse que era você....) (Autora MUITO IRRITADA:MAS PENSOU!!!) (Fúria: ela lê pensamentos?) (AUTORA MUITO BRAVA: NÃO, MAS EU SEI DE UM MODO OU OUTRO EU SEI!!!)
- É para eu escolher? - eu teria rido da expressão dele, se não fosse tão boazinha. (autora: sei... você? boazinha?) (Léc: deixa eu contar a história? ... POR QUE VOCÊ ABREVIOU MEU NOME????) (autora: é mais bonitinho!)
- Sim, qual arma você prefere? Não se esqueça, é só uma provisória, quando você chegar no acampamento vai receber uma de verdade! Uma que será perfeita!
- Tirando as στιλέτα, σπαθιά, μαχαίρια και μαχαίρια (adagas, espadas, facas e punhais) o que tem?
Ele me pegou de surpresa! Como disse, tinha dardos pequenos, mas eram poucos e eu não sei onde está o arco e flecha. (autora: Ra! Eu disse que você era bagunceira! Ele te pegou muito bem!!!) (Léc: eu não sou bagunceira, mas é que a maioria prefere espada, então para que dardos?) (autora: prevenção?) (Léc: DUAS COISAS PARA VOCÊ!!! 1ª- VOCÊ ESTÁ ME IRRITANDO!!! 2ª - PARA DE ABREVIAR O MEU NOME!!!) (autora: continua a história!! Leitores impacientes estão esperando!!)
- Tem... Hmm... Dardos, aquele pequenos de jogos. Serve? - ele riu baixinho.
- Talvez - ele deve ter visto que eu fique incomodada com os aquela pergunta - quantos tem?
Puxa vida!! (Alé implorando: não tinha outra pergunta?) (autora: não você me chamou de chata, então merece!!) (Alé: volta para o Léc pelo menos!!!!) Fui pegar a sacola de dardos, abri e contei mentalmente... Deviam ter uns vinte, na última vez gue eu vi tinha isso ou um pouco mais... Terminei de contar e resultado doze???!!! Não é possível, contei de novo. Doze! Puxa vida!!! (autora: esquecida)
- Têm doze, deve no máximo acabar em uma semana. - respondi num tom de voz normal, mas decepcionada por dentro.
- Posso ver?
Dei o pacote para ele viu e falou:
- Gracias.
Fiquei um pouco confusa, mas percebi o agradecimento nos olhos dele.
- Bom, acho que é o suficiente...
- Posso ir? - claro que ele queria ir, (autora: óbvio)
- Pode, vá e não se perca.

POV: Will
Eu saí... extremamente feliz daquela casa!!! Só o ato de ir embora me deixou aliviado... Bom assim que a Alécto abriu a porta eu andei calmamente por cem metros, até que quando a casa já estava bem longe eu disparei na velocidade máxima. Eu estava por volta de 60km/h, isso me deixava MUITO cansado.
Corri durante uma hora para algum lugar, sinceramente? Já estava perdido, na verdade eu nem sabia onde era aquela casa, então estou perdido desde hoje de manhã.
Quando parei deviam ser nove, dez horas, eu estava muito, mas muito cansado.
Dormi do mesmo jeito que ontem, sentado num beco escuro. Isso já esta tão comum... Foi só fechar os olhos que adormeci. No meu sonho tinha uma mulher lendo um livro em grego antigo, ela estava sentada em um trono a sala tinha paredes roxas com desenhos inexplicáveis num tom mais escuro. Ela segurava o livro com a mão direita e algumas chaves com a mão esquerda. Ao lado do trono estava uma pantera estava sentada observando a senhora fazer a fazer a leitura.
- κυρία Εκάτη (Lady Hécate)? - olhei para os lados procurando quem falou - Achou o que procurava?
Tudo bem... Aquela é Hécate, a deusa da magia, por quê não estou surpreso? Ela abaixou o livro, e eu percebi, comum choque, que era aquela mulher com quem eu tinha sonhado. O cabelo castanho caía com uma trança no ombro esquerdo, os olhos castanho escuros tinham um brilho violeta. Ela estava usando um vestido de um azul escuro quase preto com detalhes em dourado.
- Sim, Pánthira. Eu sei que você está curiosa, então vou ler para você.
Pánthira é pantera em grego, é diferente, mas se ver o significado é pouco criativo...
A Lady começou a 'história'.
- "Algumas vezes as pessoas decidem ter um filho com a pessoa por quem está apaixonada, mas ama verdadeiramente e não sabe onde está. Esses casos são muito raros, então tem bem poucos relatos sobre isso. Quando acontece, normalmente o filho ou a filha dessas ocasiões, possui características dos dois 'pais' (com duas 'mães' isso não acontece). Então a criança pode possuir poucas características do pai, e a personalidade, aparência pode ser mais parecida com a pessoa amada verdadeiramente."
Ela parou com um suspiro.
- Um livro único, escrito em edição única pela própria Afrodite. Estou impressionada, acho que nem Athena sabia disso! - Hécate continuou
Ela olhou diretamente pra mim. Logo depois tudo escureceu.
E a última coisa que me lembro de ter ouvido é uma risada melodiosa, calma e com sons que pareciam sinos ao vento.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fanfic linda


Essa é uma fanfic maravilhosa que eu achei sobre Percabeth.
Aproveitem:

Estávamos eu, Annabeth e Grover, sentados embaixo da sombra da árvore de Thalia.
Até que Quíron anunciou que havia enchilada de queijo na cantina. Então logo estávamos só eu e Annabeth.
Ficamos quietos por um bom tempo. Então eu percebi que uma pergunta me incomodava fazia tempo. Quer dizer, não que eu estivesse com ciúmes. Eu acho.
-Annabeth, hum, você… ainda gosta do Luke ?
Então ela me fitou. Por um momento, achei que eu a tinha feito ficar triste, porque ela ainda gostava de um traidor que queria destruir o Olimpo. Mas então ela disse:
-Não, Percy. Na verdade, eu… gosto de você. Tipo, gosto mesmo. Eu…
Enquanto ela dizia isso, eu percebi… Cara, como os olhos dela eram lindos. Maravilhosos. Perfeitos. Eu estava completamente perdido nos olhos dela. Até que ela disse duas palavras que me fizeram voltar à realidade, e, ao mesmo tempo, fazer parecer que eu estava sonhando.
- … Amo você.
Fiquei completamente confuso. Quer dizer, eu sabia que ela gostava um pouco de mim, depois do beijo que ela me deu, mas, tipo, não pra valer. Mas então eu percebi que também amava ela. Muito. Eu abri a boca pra falar isso, mas então ela espremeu os olhos para evitar as lágrimas e disse:
-Mas você gosta da Rachel, não é ? Você ama ela ? – Então abriu os olhos, algumas lágrimas escorriam por suas bochechas.
Fiquei muito bolado comigo mesmo. Quer dizer, eu gostava da Rachel, mas só como amiga. Ela era uma pessoa com quem se podia conversar, e que me escutava. Hum, não que Annabeth não fosse assim.
Sem saber o que dizer, eu a beijei.
Era o melhor momento da minha vida. Estava tudo perfeito.
Passaram-se 2 segundos. Nada podia estragar aquele momento.
5 segundos.
8 segundos.
De repente, Grover apareceu do nada, com duas enchiladas de queijo em cada mão.
-Percy, você vem comer enchiladas ou não ?
Então eu acordei.
Eu estava beijando um travesseiro, com Grover me olhando com cara de espanto.
-Percy, você tá bem, cara ?
Tudo foi um sonho. Annabeth não havia dito tudo aquilo. Eu não havia beijado ela.
-Hum, acho que sim.
-Ótimo. Então venha, eles fizeram enchiladas para o café da manhã.
Me troquei e fui para o refeitório. Annabeth estava conversando e rindo com seus irmãos filhos de Atena.
Ela me olhou e sorriu. Retribuí o sorriso.
Horas depois, quando entrei em meu chalé, percebi um bilhete em cima de minha cama. Estava escrito:

Eu te amo, Cabeça de Alga.

Enquete!!!!


A partir de hoje estarei fazendo uma enquete sobre a fanfic filha de Ártemis.
A pergunta é:
Qual deus vocês acham que é o pai do personagem Willian?

 

 
  Morfeu                          Boreas

Zéfiro ou Eurus 

domingo, 15 de janeiro de 2012

Colagens - Rick Riordan

Aqui estão mais algumas colagens que fiz, para pessoas que amam as histórias do Rick Riordan.
Percy Jackson & os Olimpianos, As crônicas dos Kane e Os Heróis do Olimpo.
Espero que gostem!!






sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Filha de Ártemis - Cap 3 - parte 2

Parte final do capítulo 3, na minha opinião é um dos mais engraçados.
Ps: Léaina = leoa da imagem



POV : Lily.
(na mesma noite do inicio do capítulo)
Estava sonhando. No sonho, eu estava em um beco escuro, muito escuro. Não conseguia ver o que estava há um palmo na minha frente. Tinha um leve movimento, um barulho. Não segurei minha curiosidade, fui até aquela direção. Observei, ao menos tentei, só vislumbrei uma coisa.
Olhos castanhos escuros chamativos. Aqueles olhos me hipnotizaram, eles eram de uma απέραντη ομορφιά (beleza imensa). Senti coisas estranhas, coisas que nunca senti antes, a sensação de τυφλή εμπιστοσύνη (confiar cegamente). Só na presença eu inspirava a confiança que sentia sair daquela pessoa. Sabia que poderia confiar nela os meus segredos, incluindo aquele que eu nunca mostrei para ninguém, alem de Helena.
O sonho mudou. Estava numa montanha, tinham leoas espalhados pela clareira, havia uma, em especial, que me chamou a atenção, uma βουνό λιοντάρι (leoa da montanha) se destacava entre as leoas 'normais'. Ela estava deitada ao lado de uma adulta de aparência jovial, cheia de vida.
Essa mulher tinha os cabelos castanhos claros, parecidos com a pelagem da leoa. Os olhos eram de aparência felina, a cor era castanho amarelado. Ela devia estar esperando algo, ou alguém. Havia sua expressão estava ήρεμοι και ασθενής (calma e paciente). Recostada na leoa e correndo os dedos pela pelagem.
Elas estavam conversando isso me surpreendeu, na verdade, só por ser com uma leoa. Já que eu já vi o Percy falar com cavalos, isso é até normal.
-Não, eu já disse para você, Léaina. Eles vão concordar.
A leoa ronronou.
- Não, Léa. Eu tenho certeza. Εστία (Héstia) e os outros vão adorar. Agora descanse, você foi a ultima que fez a vigia, merece um dia de descanso.
A Léaina abaixou a cabeça e dormiu. Poucos minutos depois o ar tremulou e um homem, com a aparência atlética, apareceu. A mulher recebeu ele com um sorriso.
- E então, Ερμής (Hermes)? Como minha proposta foi recebida?
- Bom, Δίας (Zeus) fez uma breve reunião e discutiu com os outros sua proposta. No fim, todos concordaram, menos Δίας. Então você ganhou.
- Quando vai ser o primeiro encontro?
- No sábado, depois do solstício. διάρροια (Réia), agora vou embora tenho mais correspondências para entregar.
-Tudo bem, querido. Sei que você é tão ocupado quanto seu pai. Pode ir sem se preocupar.
Hermes desapareceu. Eu estava surpresa, eu sei que os deuses podem apresentar a idade que quiserem, mas Réia, η μητέρα όλων των θεών (‘a mãe de todos os deuses’). Como eu nunca ouvi ela ser mencionada em conversas aqui no Acampamento?!
Após isso... O sonho acabou.
***
Abri os olhos, estava muito surpresa, tinha acabado de ver a mãe de Ήρα, Δήμητρα, Εστία, τον Ποσειδώνα... (Hera, Deméter, Héstia, Poseidon...) Ah, você entendeu.
Helena já estava acordada, como quase todo o dia...
- Vamos nos vingar por ontem? - ela perguntou num sussurro.
Tentei me lembrar, ontem teve tanta coisa que já esqueci muitas. Aí a lembrança surgiu, ser acordada por um sapo na cabeça.
-Vamos - respondi num sussurro igualmente baixo.
Ela já devia estar esperando essa resposta, pois apenas pegou quatro baldes que estavam embaixo da cama. Ela me passou dois e quando olhei para dentro já percebi todo o 'σχέδιο Ερμής' ('plano de Hermes') que ela tinha bolado.

POV : Helena
Eu tinha ficado acordada até a meia noite, aproximadamente, preparando aquele plano. Acordei por volta de sete horas, saí do quarto e peguei todos os instrumentos necessários.
Um balde de água e meio de farinha. Quando já tinha pego tudo voltei para o chalé e esperei a Lilian acordar. Ela já estava com os cabelos castanho escuros novamente.
Fiquei pensando na minha primeira noite no acampamento, eu tinha levado um susto enorme.
Flashback:
Naquele inicio de tarde tinha sido encontrada por dois garotos de cabelos castanhos encaracolados. E depois eles me trouxeram para o acampamento, fui recebida por uma menina da minha idade, naquela época dez anos, de cabelos castanho escuro e olhos verdes, com a blusa do acampamento, jeans e um colar com um labirinto de pingente. Assim que ela me apresentou o chalé de Ερμής (Hermes) um caduceu apareceu na minha cabeça. Os garotos que me 'encontraram' disseram ser meus irmãos. Travis e Connor. A menina disse que se chamava Lilian, e ainda não sabia quem era sua mãe. Eles me apresentaram todo o acampamento naquele dia.
No jantar uma menina de cabelo castanho avermelhado e olho azul escuro, como a noite, sentou do meu lado. A Lilian não tinha aparecido, quando as dríades serviram o prato. Eu ia dar a primeira garfada, quando eu ouvi a voz da Lilian me repreendendo.
- Não. Helena, primeiro temos que fazer a oferenda  para os deuses.
Olhei para os lados procurando a Lilian. E não vi ela. A garota que estava ao meu lado já tinha levantado e me olhava com paciência.
- Vem, todos tem que fazer, até quem não sabe seu pai ou mãe olimpiano. - falou ela... Com a voz da LILIAN?!
Naquela hora eu não estava entendendo mais nada. Me levantei fiz a oferenda e voltei.
- Quem é você? - perguntei para a garota.
Ela deu uma risada contida, como se não quisesse me constranger.
- Você já sabe... Eu só esqueci de contar que a cor do meu cabelo, e dos olhos mudam  depois do pôr-do-sol.
"fim"
Depois daquela noite nada mais me assustou.
***
Olhei para a cama da Lily. Ela abriu os olhos um pouco depois.
- Vamos nos vingar por ontem? - perguntei num sussurro.
Ela fez uma cara confusa, mas logo sorriu.
-Vamos - respondeu num tom igualmente baixo.
Peguei os baldes e passei dois deles para ela. Ela observou o conteúdo, o sorriso dela se alargou e os olhos verdes brilharam. Levantamos, cuidando para não fazer barulho. Fui acordar o Travis, apoiei o balde de farinha cuidadosamente no chão e me preparei para jogar a água nele.
Joguei.
Por coincidência, foi na mesma hora em que a Lily jogou no Connor. Os dois sentaram assustados gritando a plenos pulmões. Joguei a farinha, que não caiu só na cabeça deles. Caiu dentro da boca. Os dois engasgaram.
Estávamos gargalhando alto. Tinha sido hilário, até aquela hora em que eles acordaram todos os campistas da área dos doze grandes olimpianos e quase me deixaram surda.
Meus irmãos e irmãs estavam se preparando para a μάχη ('batalha'), mas quando perceberam a brincadeira, virou um chalé de risadas.
***
Estava treinando luta de adagas com a Lilian na arena, desde o almoço a expressão dela mostrava um pouco de impaciência.
- Fala o que está pensando. - pedi depois da décima vez que ela tirou as adagas da minha mão.
Ela deu um meio sorriso.
- Estou pensando, por quê eu não consegui ver a aura de Kath, Clair e Theo completa.
- Por quê? Você viu incompleta?!
- Sim.
Fiquei muito surpresa, em geral ela vê as auras como círculos de luz em volta dos campistas.
- Como você viu as deles? Qual era a diferença?
- Eu só podia ver uma sombra da verdadeira aura. Estava muito fraca a deles.
- Tá, vamos falar com eles depois para ver se descobrimos alguma coisa. Pensando bem... Deve ter algo mais te incomodando. Eu te conheço! Fala, por favor...
A Luiza se aproximou, ela estava vendo o treino desde o início, mas conversar sem ela não é a mesma coisa.
- Tudo bem... Eu sonhei duas coisas essa noite...
Ela vez uma pausa dramática, e não continuou.
- FALA LOGO, MENINA!!! - eu e Lu pedimos juntas, a Lily quando faz suspense quase mata.
- Calma - disse ela com um sorriso irritante surgindo no rosto - no segundo sonho apareceu διάρροια (Réia), e ela estava falando sobre uma proposta, e um encontro.
- O que era????? - Luiza perguntou.
Ela parecia que ia ter um ataque. Não aguentava NÃO saber algo, nisso lembrava filhos de Αθηνά (Athena). Filhos de ίριδες (Irís) também tem esse problema, acho.
- Não sei... O sonho acabou ai. - disse a Lily triste, pelo visto também estava curiosa.
- Espera! E o primeiro sonho??? Você só falou do segundo! Qual é o primeiro???
Pelo visto peguei ela de surpresa, pois ela ficou com uma expressão de choque e vermelha, o que não é típico dela.
- Isso mesmo!! Pode falar!! Se você não me disser vou ter um ataque!! - a Lu agora estava dando um ataque, os olhos claros multicoloridos estavam com um brilho de impaciência e o cabelo caramelo estava mudando de cor. Significado: ataque em cinco minutos!!!
- Tudo bem, fica calma, Luiza. - a Lily estava assustada e ainda vermelha. - O primeiro não é muito importante, eu só vi dois olhos castanhos num beco escuro. Nada demais.
- Fala o que você sentiu! - eu estava adorando, poderia irritar ela até ela achar uma coisa que me atingisse igual, o que é difícil, se fosse o que eu estava pensando.
- Confiar na pessoa que tinha aqueles olhos, nada demais.
Ela ficou mais vermelha.
- Foi mais que isso, eu sei.
- Na-nada - gaguejando... Ela ficou mais vermelha que antes. Hum, meu plano está completo!!!
- Está apaixonada!! Está apaixonada!! Está apaixonada!! Está apaixonada!!
Acho que ela se irritou muito. Ela deu um olhar malvado para mim, só que não adiantou muito, porquê ela ainda estava vermelha.
Luiza já estava normal e começou a rir de mim. Eu ainda não tinha parado de falar e a Lilian começou a correr atrás de mim.
Um pensamento se formou na minha cabeça: 'E se essa pessoa que ela sonhou existir?'

domingo, 8 de janeiro de 2012

Kane




Contam a história de Carter e Sadie, dois irmãos que viram o pai tentar chamar os deuses para o 'mundo humano', após uma série de aventuras eles descobrem que são hospedeiros de Hórus e Isís, respectivamente. Um livro mais emocionante que o outro. Na minha opinião são maravilhosos.
A seguir pedaços da capa do terceiro livro da série.





Persongens:



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Asas - Séries Fadas


Asas de Aprilynne Pike conta
 a emocionante história sobre Laurel. Uma garota que estudou em casa até os quinze anos e se muda de uma cidade do interior para uma cidade maior. Ela, além da mudança tem que se acostumar com a escola. Alguns dias depois de se mudar ela sente que tem algo crescendo em suas costas, no início parece uma espinha, mas com o tempo vai aumentando até ter o tamanho de uma bola de beisebol. Com a ajuda de David(amigo da escola) e Tamani, um garoto desconhecido para ela, porém com quem tem uma bela história. Ela faz descobertas maravilhosas e diferentes.
Eu, particularmente achei maravilhosa! Uma incrível história de magia, que, quem sabe, exista. Ninguém pode comprovar, esse é o mais especial da história. Bem escritas, num ritmo que não perde a emoção. Momentos exatos para rir e ficar boquiaberto. Perfeita.

Colagens Percy Jackson

Essas são algumas colagens que eu fiz...
Gostaria de deixa-las para os fãs.






Espero comentários!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Filha de Ártemis - Cap 3 - parte 1

Capítulo 3 - Problemas e Enigmas? Sempre...

Ps: Esse é o templo que aparece no sonho.




POV : Will

Fazia apenas seis horas que tinha começado a correr. Parei num beco para descansar. Sentei no chão e fechei os olhos, em menos de cinco minutos adormeci e sonhei.
O lugar do sonho fazia qualquer pessoa que gosta de Mitologia Grega ficar de boca aberta.
Simplificando, eu estava adorando. Era um lugar amplo, de mármore, estava sendo iluminado pelo luar. Havia alguém conversando lá dentro. Estava curioso, então entrei. Lá dentro era tão incrível quanto o lado de fora. Dentro havia pilastras que sustentavam o teto, no meio havia uma estátua de uma mulher com arco e flecha ao lado de um αρσενικό ελάφι (cervo). Era um templo dedicado para Άρτεμις (Ártemis), supus.
Duas pessoas estavam conversando embaixo da estátua. Me aproximei mais, a escuridão não ajudava. Eram mulheres, e pelo tom de voz estavam discutindo.
- Minha filha é muito preciosa, não irei reclama-lá amanhã!! - falou a mais alta.
- A minha é mais importante!! - a outra gritou.
- A sua!? A minha que vai nos ajudar, a sua é uma parte bem pequena!!
Agora as duas estão gritando, a coisa deve estar muito ruim.

- Pare!! Você é poderosa, mas eu sou mais importante!!
- Não é não!! Eu e você somos praticamente iguais!!
- Daqui duas semanas!! Nem mais, nem menos. Está bom para você?
Se continuar assim, vou acordar com dor de cabeça.
- Melhor. Mas não, tem que ser no ηλιοστάσιο (solstício).
- Por quê? τύπου (Prima)?!
- Quieta! - isso foi um sussurro tão baixo que mal ouvi.
- Por quê?
As duas sussurrando.
- Achei que seu irmão que fizesse as perguntas bobas.
- Alguém está sonhando. Não?
- Sim.
Elas se viraram e me viram. A alta parecia que estava com seus vinte e poucos anos, tinha o cabelo σκούρο καφέ (castanho escuro) e os olhos da mesma cor, mas um pouco arroxeado.  A outra aparentava, no máximo, treze anos. Seus cabelos eram de um castanho claro, os olhos eram de uma cor bem diferente, κίτρινο ασήμι (amarelo prateado), como a lua.
- Garoto, você não contará a ninguém sobre essa conversa!! Está certo?
As duas falaram isso no mesmo tom de voz, muito σοβαρή (severo), τρελός  (raivoso) e que diz: ' A punição será severa se você recusar! '
- Sim. - falei com a voz tremendo. Eu não sei como percebi, mas senti que o poder em volta delas estava um pouco instável, pronto para explodir.
Elas olharam entre si uma última vez antes do sonho acabar.
***
Acordei e o sol estava raiando. Peguei algumas bolachas que tinha colocado na mochila e levantei. Andei mais algumas quadras. Ouvi um bater de tambor, como devia ter uma escola de musica por perto não me importei. Continuei andando, mas o barulho me seguia. Só aí que percebi, eram apenas seis da manhã!! Que escola de música abre essa hora?
Olhei por cima do ombro e... Congelei.
Um mini-Cérbero estava me seguindo. Mini, primeiro porque acho que o real é πολύ (MUITO) maior. Segundo, esse devia ter quase três metros. Nas histórias o original tem quase seis.
O olhar dele me παρέλυσε (paralisou), não conseguia andar. Ele chegava cada vez mais perto, era possível sentir o chão tremer enquanto ele corria na minha direção. Ele chegou tão próximo que senti a respiração dele no meu pescoço. Depois senti o bafo, estava quase morto. Eu ia virar ração de κουτάβι γίγαντας σκύλος (cão filhote gigante).
Uma coisa me surpreendeu. Ele não me mordeu, bom, não exatamente. Ele me segurou pelo colarinho da camisa e andou. Não sabia para onde ele estava me levando. Fechei os olhos, esperando que fosse apenas um pesadelo e que não demorasse a acabar.
σημαίνει το κουτάβι σας !! (Seu filhote malvado!!) Σου ζήτησα να το φέρει στη ζωή !! (Pedi para você trazer ele vivo!!)
Levantei a cabeça, era uma velhinha gritando. Ela era mais baixa que eu, devia ter por volta de 1,55. Tinha a aparência severa, cabelos brancos e olhos de um verde claro experiente. Quando viu que eu estava acordado quase pulou de φόβος (susto), mas logo em seu rosto sua expressão se tornou ανακουφισμένος (aliviada).
ό, τι καλό είναι ζωντανός !! (Que bom que está vivo!!) Ah, desculpe. É um velho hábito falar grego antigo.
Ela falou isso com a voz bem doce. Isso normalmente quer dizer, em minha opinião: problema. Quem é ela? Por que ela mandou um cachorro gigante atrás de mim? O que ela quer comigo?
Agora que percebi, que as outras duas cabeças do monstro estavam me olhando bem estranho. Comecei a me sacudir, as três cabeças rosnaram, mas continuei. Só depois que a velhinha notou.

- Solte-o Ale!! – falou a vovó com uma voz poderosa. – μαρκίζα (Alero), volte para casa. Agora!!
O bicho só abriu a boca, em outras palavras, eu me estatelei no chão. Levantei rapidamente, e tirei um pouco da poeira que estava em minhas roupas e me preparei para ir embora.
- Não. Você fica.
Eu vi uma expressão τρομακτικός (assustadora) tomar conta do rosto daquela velhinha ‘inocente’. Ela chegou até mim num piscar de olhos e agarrou minha camisa.
- Você só sai daqui quando eu quiser, ouviu? – a voz estava mais απειλή (ameaçadora) do que antes.
Apenas acenei a cabeça num gesto de afirmação. Ela é um monstro, pensei, certeza absoluta. Ela me levou para dentro de uma casa. A porta de entrada marrom levava a uma sala bordô. Havia algumas poltronas roxas no meio do cômodo, duas delas estavam ocupadas com idosas parecidas com a que me segurava. Elas pareciam mais... Selvagens? Não, agressivas.
Consegui me livrar do aperto daquela senhora.
- Quem são vocês? – perguntei esfregando o braço.
- As senhoras que ninguém quer encontrar após a morte. - Responderam as três juntas, num tom que indicava que, entre elas, é uma piada.
As duas que estavam sentadas se levantaram, e começaram a se aproximar.
- Olhe se não é o domador dos fracos. – disse a que estava à direita.
- Vamos fazer o que com ele irmã? – a outra.
Quando chegaram a menos de dois metros de mim se afastaram como se tivessem levado um choque.
- Quietas!! Não vamos machucá-lo, por enquanto. E vocês parem de se vangloriar, eu fui à única que foi forte o suficiente para suportar ser repelida.
- Mas e o Alero? - Falaram as outras duas.
- Caso á parte, chega de perguntas. – disse voltando-se para mim – Você vai para o quarto, talvez tenha alguma coisa para comer lá.
Fui para a porta que ela indicou. E, logo que entrei, tranquei a porta.
O cômodo era bem iluminado, as paredes eram de um azul cinzento sem brilho. A cama estava arrumada, em cima da escrivaninha, tinha uma bandeja com comida. Eu estava morrendo de fome, mas ignorei esse detalhe. Me joguei na cama e tentei descobrir qual tipo de monstro aquelas velhinhas eram.
Quando estava quase pegando no sono lembrei. Só em descobrir quase tentei fugir pela janela, mas estava trancada por fora (não perguntem).

Só em pensar já me assustava com a sorte que estava tendo, afinal elas não tentaram me machucar, ainda. Continuei na cama tentando me acalmar, antes de tudo escurecer pensei.
Fúrias.